Estará explícito que Durão Barroso, enquanto primeiro-ministro de Portugal, além de permitir ou ignorar o tráfico de suspeitos de terrorismo através das Lages com destino ao sepulcro-vivo de Guantânamo, foi convicto apoiante de Bush na deliberada invasão do Iraque? De imediato, sob a providente influência de Blair, assumindo o prémio pela relevante prestação, abandonou inescrupulosa e inopinadamente o governo do país para se instalar em Bruxelas.
Ora, se tais factos se desenrolaram em nome da Democracia, assim como outras hediondas acções e carnificinas tiveram lugar em nome de Deus, como é possível aceitar os «democratas» que invertem o édito eleitoral e se distinguem pelo abuso de decisões arbitrárias?
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Som = Gilbert Bécaud em «L'Indifférence»
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